22 fevereiro, 2013

Indiferença

Tudo acontece de duas formas... 
A primeira tu olhas para o que desejas, 
A segunda tu não lembra o que desejavas...
E o olhar que olha você muda, se transforma. 
E vira ternura, ou desprezo.

Sonhos

Foi um sonho, um daqueles que sempre marcam.Sobre os dias quentes e ensolarados de outono, e suas luzes, sempre sorrindo com os pequenos gestos. Gestos que deixará flutuando no ar... Podia se dizer que naquele momento que a felicidade se exibia na sua total plenitude. Corrigindo os curso do sonho, como um marinheiro golpeando o mar com seu leme, sentindo a força contrária da correnteza. foi transferindo o seu sonhar. Como o dia que vira noite, ou a volta que a terra dar em torno do sol ou com o piscar de olhos para um feixe de luz importuno, aquelas milhares de sensações foram esvaziando. Mas o que deixará em evidência era sua incapacidade de sonhar com a felicidade, não pela a falta de prática, mas sim pelo o fato de estar enraizado o prazer da infelicidade. E isso foi mais um sonho.

doismiledoze



Ventos...

O que dizer desses tempos confusos? Nada há o que dizer, somente o que se sentes, o que se vive. Tudo começa com um passo, deixar nos permitir, e nos deixamos permitir em tempos confusos é um grande passo, um ano que começará, mas nunca saberia o que poderia acontecer.
Tudo começa com uma reflexão, em meio a multidões felizes, mas mesmo assim a felicidade do coletivo não me permitia ser contemplado com tal entusiamo. Apesar de estar ao lado de um grande “brother” e rodeado de pessoas gentis e admiradoras de mim, sempre achei que faltava algo, algo como um sopro de que me fizesse navegar, mas só me faltava respirar, então respirei.
Estava em busca de um norte, após deixar tudo que me fazia mau, tudo sem noção nenhuma sentido, de um mundo sem sensações e sentimentos. Pessoas que não me permitam viver e sentir, e o que eu necessitava viver, depois de longos anos anestesiado e num coma profundo. Dai parte a reflexão antes apresentada, precisava permitir e respirar, cair de cabeça e coração em algo que só dependia de mim. Após respirar eu velejei.
E os ventos dá mudança sempre jogam a favor de daqueles que deixam se permitir, como os grandes navegantes se se lança ao mar em busca de algo, ou pela falta de alguma coisa. E por eu estar aberto as novas coisas, eu poderia sentir que o vento estava mudando, o ano começará com um vento suave e distinto, mas se eu soubesse levantar a vela, da minha pequena embarcação, poderia seguir o vento, não por mérito de um bom velejador, mas por necessidade de um ar de mudança, ou também por fugir de tudo que me deixava mau, e me fazia ficar mais vazio. O que queria era respirar, mas para eu respira necessitava apreender a velejar.
Como um péssimo velejador que sempre fui escolhi a maneira mais ruim de velejar, a maneira que o ano anterior me possibilitou felicidade instantâneas e vazias. Mas o que tinha diferente dos anos anteriores é que estava disposta a se lançar em uma nova aventura. Ele começará a sopra com muita força depois de estar no meio de uma multidão e extremamente só, ventos esses que me fizeram respirar por mais um tempo. Tá ai uma palavra que demostrou o que foi o ano de dois mil e doze … “respirar” … uma palavra, uma sensação, um estado de espírito e uma maneira de viver.
Por me permitir respirar o vento que soprava me surpreendeu. Como uma grande aventura, que mau estava preparado para ela. Mas me levou para um novo mundo, com personagens novos e inspiradores, sedentos pelo novo, com histórias diferentes.
Um desse personagens era representado pelo um coletivo, que me transformou artisticamente, me trouxe de volta a sensibilidade artística, que anos a traz tinha sido esquecida, mas que retornará após anos adormecidos. O coletivo de verdadeiros brutos de uma vanguarda de artistas inspirados e talentosos.
O que dizer de tempos confusos? Não sei o que dizer, só sei que não estava sendo sensível, pois tempos confusos eu como ser dentro de um sistema do qual faço parte não conseguia me ver, só sei que não tinha a sensação, e nem conseguia perceber o que sinais, e os que eles querem dizer. A falta da sensibilidade me levou para caminhos estranhos, mas que era os de sempre, já sabia onde ele iria me levar, e como ter um porto seguro, sabendo onde iria chegar não me arriscaria em sofrer o novo. A retomada da sensibilidade artística, me deixou com um pé sobre o desconhecido, e essa sensação não me deixou com medo, mas sim excitado.
De volta aos novos personagens desse novo lugar onde o vento me levará, um deles foi representado pela a academia, lugar onde o saber e o conhecimento se demonstra na mais bela forma, o aprendizado. Pois e tempos confusos, umas das únicas formas de crescimento pessoal é o aprendizado. Lá o conhecimento a flora, e a conjunção de toda essa forma de conhecimento engrandeceu a minha vontade de respirar e de lutar por condições coletivas onde o “ser” não é “ter”, mas sim permitir ser livre.
Mas o que é a vida, o vento que me levava a deriva entre caminhos incertos e novos, me trouxe uma nova brisa, que voando venho, como um pássaro, e como um pássaro me fez viver umas das mais belas histórias desse ano, um carinho imenso entrou dentro de mim e me transformou por dentro, pela primeira vez me via livre e irradiante. Me via vivo e sentindo uma grande paixão pelo mundo e por todos. O quando via seu sorriso era como um sonho, sabes quando uma pintura, uma música ou um som, lhe deixa feliz por horas e horas, dias e dias? Sim estava entregue totalmente a essa nova brisa que por longas oito semanas, mudou minha vida, meu discurso, me transformou por dentro.
Um dos momentos marcante foi sentado em um pedra de frente para o mar, longe de tudo e todos, me via pensando nesse ventinho que transformou meu caminho, e nesse sentimento que invadiu meu peito e de dentro para fora.
Mas como todo ventinho que vem, ele se vai para longe, numa dessas ironias da vida. O ritmo da minha embarcação mudou. Mas creio que foi um mudança leve de timor que fez que eu perdesse aquela brisa tão suave e delicada, mas esse pequeno desvio me deixou sem chão, e confundiu minha orientação, lá de novo estava confuso, mas ainda com o olhar irradiante de mais uma belas histórias que tinha acontecido.
O ventinho era viciante e me deixou com gosto de quero mais, e por estar me permitindo me deixou com um gostinho de quero mais, e lá se foram dois meses de esconder tal sentimento, que já tinha compreendido, mas que precisava ser compartilhado, pena que tardiamente, mas a vida é assim, as vezes se afogamos e não lutamos pelos o que queremos, felizmente os ventos continua soprando... e soprando...
Mas de certo um desejo que sempre tenho... “como gostaria que esse ventinho estivesse ainda ao meu lado agora! Como adoraria um novo sopro dele.”
E ele passou e me transformou. Hoje vendo o acontecimentos anteriores vejo que tenho que seguir velejando e me permitindo sonhar com o novo, me permitir se transformando, um dia uma pessoa me disse: “pessoas nunca mudam” queria dizer que tudo muda o tempo todo, e por estarmos confusos, não percebemos que a mudança é evidente. Ainda sonho com o ventinho que me transformou, sonho dos momentos, das passagens das ondas e de toda sensação que tivemos juntos durante o pequeno momento de minha navegação, penso que ele trouxe um dos mais belos sentimentos nesse ano de dois mil e doze, e por trazer me mudou completamente.
O que dizer em tempos confusos? Não diga e não faça nada! Só simplesmente siga os ventos, que eles lhe indicarão os novos caminhos.
Que venha novos ventos e que nele traga novos ventinhos que me faça um ser humano menos confuso e mais vivo. E que um dia eu parta como um vento transformando a vida de outros marinheiros confusos, e transformando o seus caminhos.


15 fevereiro, 2013

Metade

Oh, metade do meu coração tem o controle da situação
Metade do meu coração toma seu tempo
Metade do meu coração tem juízo para te dizer que não posso continuar te amando
Oh, com metade do meu coração.

24 agosto, 2012

Oieee.

Um novo tempo… será?

11 maio, 2012

25 novembro, 2011

Seek Up


Procura

Às vezes eu me sinto como se estivesse caindo

Caindo novamente, caindo novamente

Caindo novamente, caindo novamente

Oh, a vida parece uma luta entre

O que nós pensamos e o que vemos

Eu não vou mudar minhas atitudes

Apenas para lhe agradar ou lhe adular

Dentro da multidão, 5 bilhões de orgulhosos

Querendo derrubá-lo

Certo, errado, fraco forte

No final as cinzas voltam as cinzas

Olhe em volta disso tudo, em volta desse

Carrossel de coisas girando

Se depois de tudo o olhar de Deus repousar sobre nós

E o Seu largo sorriso infantil, olhe para Ele

Esqueça as razões e

As injustiças que estamos procurando

Esqueça da noção de que

Nossas emoções podem ser deixadas de lado

Esqueça de se sentir culpado

Ao invés disso, somos inocentes

Porque em breve perceberemos

todas as nossas vidas sendo levadas

Sente um pouco ao lado de seu filho faminto,

vendo TV

Com a barriga roncando

Oh, pelo preço de uma coca-cola ou de um cigarro

Mantenha vivo aqueles olhos famintos

Olhe para mim, o que você vê

Espelho, olhe para mim

Encare de frente, encare novamente de frente

Esqueça as razões e

As injustiças que estamos procurando

Esqueça da noção de que

Nossas emoções podem ser deixadas de lado,

deixadas na beira da praia

Esqueça de se sentir culpado, eu sou inocente

Porque em breve perceberemos

todas as nossas vidas sendo levadas

Você procura uma emoção

E nossa tolerância está fora de controle

Você procura uma emoção

Mas às vezes seus sentimentos estão vazios

Você procura um grande mostro

Para encarar os desafios para você

Mas quando ele encontrar o caminho, não fará nada

Diga, diga

Olhe para mim, em meu caríssimo carro

E para minha conta bancária

Oh, como eu gostaria de levar tudo isso

Para minha sepultura, eu economizaria tudo

Olhe novamente, olhe novamente,

Olhe novamente

Todos os dias as coisas mudam, mas

basicamente ficam do mesmo jeito

Esqueça as razões e

As injustiças que estamos procurando

Esqueça da noção de que

Nossas emoções podem ser deixadas de lado

As intenções não são más

Não seja levada a pensar dessa forma

Em breve perceberemos

todas as nossas vidas sendo levadas

Você procura uma emoção

E nossa tolerância está fora de controle

Você procura uma emoção

Mas às vezes seus sentimentos estão vazios

Você procura um grande mostro

Para encarar os desafios para você

Mas quando ele encontrar o caminho, não fará nada

Caindo novamente, caindo novamente, caindo novamente.


by Marcos Cruz

18 fevereiro, 2011

Crise ou Revolução...

O inicio de dois mil e onze começou como no ano anterior com desastres ambietais causado pela a mãe natureza, transformações muito repentina fizerão que a "mãe" se zangasse. Uma nevasca no hesmifério norte, chuvas na Ásia, vulcões no Equador e Oceania. Mas isso é meio que natural, por se tratar da nossa "mãe" elas nos conhece, e nós também.

Mas o início de dois mil e onze é marcado por contradições midiáticas e elas mostram ter forças para mobilização de massa, contradições como redes sociais, que no por um primeiro momento venho como uma ferramente de relacionamento e diversão, se transformou em um arma mais poderosa e com grande efeito colateral.

Os relacionamentos se estreitaram, e se transformaram este sem zangar nossa "mãe", que assisti de camarote a tais transformações, mas de certo, que a médio e longo prazo ela irá sentir. Dito que esse relacionamentos foram transformando pensamentos e agregando e difundindo igualitariamente as informações, com isso democratizando o pensamento do mundo, democratizando a forma de pensar o mundo que hoje nos encaminhamos.

Pensamentos e ideais democraticos que nascem no ocidente vem se dissiminando pelo oriente. Será que pensamentos introduzido de forma tão veloz em uma comunidade é realmente benéfico? ou será que é crise ? ou será que é revolução?

Quando uma pessoa tem crises de indentidade ela fica perdida a merce de influências e tentado pelo um modernismo cultural, e com isso, o consumismo ocidental que é violento por si só, como um carro desenfreado descendo a ladeira. Já quando esta passa por revolução, uma transformação de hábitos e pensamentos repentinos ela se depara com um limbo, um terreno cheio de incertezas e de possibilidades, e com isso, o "ser" ou "estado" forte tem tomar medidas para que os seus pensamentos novos sejam mantidos e cunhados à propria força. Força essa que pode ser despendida de sua ética e escrupulos.

O que vejo é um estrupo, que é violento, que é radical e incontrolável. Transformações que desde da última guerra não à vimos. E que mostra que o estamos entrando em um ciclo de trubulência e que de certa forma, violenta ou não, sempre alguém sai irritado. E esse alguém é a "mãe" que nos conhece bem e sabe onde vamos parar. Sabemos qual é o final da história, vide lembrar o que aconteceu a vinte milhões de anos atraz... Acredito que crise e revoluções são necessária, mas antes delas temos que pedir a bença para nossa "mãe" pois ela tudo sabe, e tudo manda. Lembro que já estamos atrazados um século... e a contragem regressiva já começou a bastante tempo, e eu pergunto quanto tempo nos resta?


by Marcos Cruz

24 abril, 2010

Seattle 99



Dez anos se passaram desde a batalha de Seattle.

E nestes anos, a “energia” e o espírito do Tempo (Zeitgeist) residiram no que se chamou, erroneamente, de movimento anti-globalização. O lema do movimento? “Outro mundo é possível.” O espírito fluiu dos zapatistas, das comunidades de base, do MST, das convenções dos povos indígenas, dos movimentos anti-agribusiness da Índia para Seattle, Porto Alegre, Gênova, todos os Fóruns Sociais, até que a infiltração das ONGs (cavalos de tróia corporativos) e dos partidos políticos tentasse se metastasear ao interior do movimento.

Ainda não se fez um levantamento de tudo o que de bom esses 10 anos representaram para o mundo. Eu começaria citando as desgraças que foram impedidas de se materializar graças ao ativismo do “movimento” – como por exemplo, a não-realização da ALCA (FTAA em inglês), só para começar, o estancamento temporário da sangria provocada pela “Trindade do Mal”: a OMC (WTO em inglês), FMI (IMF em inglês) e Banco Mundial (World Bank), a profética previsão do corrente mega-roubo econômico e financeiro a que se dá o nome de “crise”, a absoluta prioridade que foi dada às ações para se implantar uma economia sustentável e alterar ou minimizar as mudanças climáticas.

Dez anos depois, o lema virou “Este mundo é impossível.” E mais que um lema, é o grito dos icebergs que derretem, da terra que se desertifica, das cidades que se asfixiam com todo tipo de poluição, das espécies que se extinguem.

De modo que “Outros mundos são iminentemente necessários”, se quisermos continuar vivos. Quem viveu intensamente esses anos, surfando “na crista da onda” a aventura que é apostar na sobrevivência do planeta sabe que valeu a pena, apesar do insustentável peso do poder esmagador imposto pelo “sistema totalitário mercadológico”, pela plutocracia que virou descarada “putocracia”. Quem viu a caravana passar e nem sequer conseguiu ladrar timidamente… pelo medo de se comprometer, pela insegurança de se posicionar, ou por fazer parte integrante dos agentes da metástase… tem mais uma chance significativa para se renovar e fazer fluir o espírito do tempo.

Acompanhar ou participar do que acontecerá em Kopenhagem nos próximos dias e assistir cuidadosamente a este vídeo pode ser um bom começo para se se libertar das amarras do sistema totalitário mercadológico, se desprogramar, se desendoutrinar, se desentupir.

Afinal, como diz Schopenhauer, citado no filminho:
“Toda verdade passa por três estágios. Em primeiro lugar, ela é ridicularizada; depois nos opomos violentamente contra ela; enfim, a aceitamos como se ela fosse natural.”


Fonte : http://imediata.org/

21 abril, 2010

"ah garotinha ruiva"

She Shaid...

Ela disse: "eu sei como é estar morta
. Sei como é estar triste"
E ela me fez sentr como se eu nunca tivesse nascido.
Eu disse: "Quem pôs essas coisas na sua cabeça. Coisas que me fazem sentir mal"
E você está me fazendo sentir como se eu nunca tivesse nascido.
Ela disse: "Você não entende o que eu digo"
Eu disse: "Não, não, não, você está errada"
Quando eu era um garoto, tudo estava bem. Tudo estava bem.
Eu disse: "Apesar de você saber o que você sabe. Eu sei que estou pronto pra partir"
Porque você me faz sentir como se eu nunca tivesse nascido.
Ela disse: "Você não entende o que eu digo"
Eu disse: "Não, não, não, você está errada"
Quando eu era um garoto, tudo estava bem. Tudo estava bem.
Ela disse: "Eu sei como é estar morto. Eu sei como é estar triste"
Eu sei que isto é como estar morto.

[T.B]