Seminário "Rogério Toscano"
A relação entre quem escreve a peça e quem à representa e que está relação pode trazer pontos de vistas opostos e que pode atrapalhar em um processo coloborativo, mas o que isso está relacionado com a vivência do coletivo "MOTIM", durante dois anos da existência do coletivo algumas coisas evidênciaram como proprio processo de elaboração de cena quando o coletivo estava inflado, pessoas querendo impor seus textos dramatrugicos e improvisações cênicas, mais isso que faziamos é um processo coloborativo, pelas palavras do Rogério toscano não. O que faziamos? Essa resposta é complicada de ser responder vindo de um ponto de vista que pouco colaborou com os processo, mas é ser não faziamos teatro, brincavamos de alguma coisa. Voltando para a relação do autor com dramaturgo, isso realmente o coletivo que foi formado de um núcleo de dramaturgia, ficou evidente a falta de um orientação dramatúrgica durante o processo, acredito que improvisamos muito e escrevemos pouco. Essa abstinêcia pelo lado autoral pesou bastante, apesar de todos do coletivo gostar de escrever textos de todo tipo desde do textos planfetário até os mais românticos. Bem cheguei no que era o começo da pesquisa do coletivo o romantismo, uma pesquisa em começo foi bastante produtiva por quem escreve, pois nunca tinha interessado por esse genêro literário, mas que aos poucos foi sendo abortado pelo coletivo. Passamos para um trabalho de investigação, aquilo que o Rogério Toscano disse qual é a pesquisa que o grupo estava fazendo, e se o coletivo esta afinado com o que estava pesquisando. Bem isso foi um grande problema pois com já disse preferio o parte escrita do que improvisada, mas isso foi aos poucos perdendo a noção do que estavamos fazendo e para quem fazemos. Bem por final vejo que o coletivo agora enxuto está consolidado pois vejo a Bruna e Cristiane que gosta de escrever e vejo o Danilo que gostar de descultir o que está sendo escrito.
Seminário "Alexandre Matte"
O Debate com o Alexandre foi bem legal, um foco histórioo do romantismo que ele trouxe para o coletivo foi extrema importância, pois o temos que ter certeza do que nós do coletivo (MOTIM) estamos fazendo e o que queremos fazer. As histórias que colaco, como nota de rodapé, que fatos que acontece no passado possa servir de inspiração, outra grande questão que ele levantou que foi o fato de a igreja e o estado o fato de alguma maneira eles sempre criar o mecanismo de controle das massa e da produção cultural e intelectual da humanidade. Mas o grande apreendizado que o Alexandre Matte nos trouxe é as perguntas chaves para que um coletivo exista, O que estamos fazendo? Para quem estamos? E como estamos fazendo ?. Estas perguntas eu estou pondo em questionamento.
Seminário do Sérgio de Carvalho (não aconteceu)
"o que eu eperava que o Ségio botasse em discussão"
Espera que o Ségio discutisse as várias faces de um processo de criação coletiva em com um foco na atualidade de uma sociedade que está em decadência e que já nasceu (80) perdida ou excluida pelo seus governantes e familiares, essa discussão taria um link para o projeto de pesquisas de nossas paísagens românticas, a pesperctivas. as ilusões e nossos hérois.
Mas infelizmente devido aos ataques do PCC, não houve o seminário com o Sérgio...
22 julho, 2006
30 maio, 2006
14 março, 2006
11 março, 2006
O equilibrio do amor (filme Alemão)
Hoje.
Apesar de ser um dia que tirei para descansar, pois não tenho dormido nada, meu envolvimento nas coisas que estou fazendo estão cada vez mais concretas e definidas para esse que escreve. E o cansaço biológico da coisa vêem batento e meu cerebelo. Hoje no fim da tarde tomei coragem peguei o telefone e ligei para uma pessoa que cada dia se torma mais especial. Convidei para assistir um filme no Centro Cultural Banco do Brasil, e de lanbuja vimos juntos uma exposição de arte Cubana, que é muito interessante e desbavadora. Conversamos, pois gostamos de coisas bem parecidas, viajamos na maionese quando tinhamos que viajar, brincamos quando tinhamos que brincar, divergimos quando tinhamos que divergir e isso me fez bem mesmo cansado de minha rotina de segunda a segunda. Hoje por um momento me esqueci de tudo. Sorrimos, e o sorrir dela me fez sentir vivo, ver que pode ta tudo desmorando mais não poderei nunca perde o rumo de minha felicidade, por mais que seja triste ou dramático. E pra acabar o encontro quase perfeito, comemos pão de queijo juntos no mesmo saquinho. Isso não é romântico pra mim! Isso é a verdadeira prova que tenho uma amiga que eu possa contar e sei que ela me respeita acima de tudo. Aos poucos, um dia após o outro vamos criando vincúlos. E se esse vincúlos serão concretos? Não sei responder. A única caisa que sei algo está mudando. O quê? Não sei!
Apesar de ser um dia que tirei para descansar, pois não tenho dormido nada, meu envolvimento nas coisas que estou fazendo estão cada vez mais concretas e definidas para esse que escreve. E o cansaço biológico da coisa vêem batento e meu cerebelo. Hoje no fim da tarde tomei coragem peguei o telefone e ligei para uma pessoa que cada dia se torma mais especial. Convidei para assistir um filme no Centro Cultural Banco do Brasil, e de lanbuja vimos juntos uma exposição de arte Cubana, que é muito interessante e desbavadora. Conversamos, pois gostamos de coisas bem parecidas, viajamos na maionese quando tinhamos que viajar, brincamos quando tinhamos que brincar, divergimos quando tinhamos que divergir e isso me fez bem mesmo cansado de minha rotina de segunda a segunda. Hoje por um momento me esqueci de tudo. Sorrimos, e o sorrir dela me fez sentir vivo, ver que pode ta tudo desmorando mais não poderei nunca perde o rumo de minha felicidade, por mais que seja triste ou dramático. E pra acabar o encontro quase perfeito, comemos pão de queijo juntos no mesmo saquinho. Isso não é romântico pra mim! Isso é a verdadeira prova que tenho uma amiga que eu possa contar e sei que ela me respeita acima de tudo. Aos poucos, um dia após o outro vamos criando vincúlos. E se esse vincúlos serão concretos? Não sei responder. A única caisa que sei algo está mudando. O quê? Não sei!
04 fevereiro, 2006
16 dezembro, 2005
Putz
"Os intercessores", pensou outra vez, encostando-se ainda mais em Babs, que estava completamente embriagada e chorava em silêncio ao escutar Bessie, estremecendo a compasso ou contra-tempo, engolindo o soluço para não se afastar por nada do blues da cama vazia, a manhã seguinte, o sapato molhado, o aluguel sem pagar, o medo da velhice, imagem cinzenta do amanhecer no espelho ao pé da cama, os blues, o tédio infinito da vida. "Os intercessores", um irrealidade nos mostrando outra, da mesma forma como os santos pintados nos mostram o céu com o dedo. Não é possível que isto exista, que estejamos verdadeiramente aqui, que eu seja alguém que se chama Horácio. Esse fantasma aí, essa voz de uma negra que morreu há vinte anos num acidente de automóvel: elos de uma corrente inexistente, como é possível que nos encontremos aqui, como podemos estar reunidos esta noite, a não ser por um mero jogo de ilusões, de regras aceitas e consentidas, de puro baralho nas mãos de um jogador inconcebível.
11 dezembro, 2005
Voltei...
Após um Mês de provas e trabalhos acadêmicos para entrega, Ufa!
Estou de volta para publicar algumas impressões minhas... Mas o que publicar... Dúvida! ... Vou começar com a festa na casa da Vô da Poptrícia, mais deixe ver se me lembro dela balburcia!...
Estou de volta para publicar algumas impressões minhas... Mas o que publicar... Dúvida! ... Vou começar com a festa na casa da Vô da Poptrícia, mais deixe ver se me lembro dela balburcia!...
11 novembro, 2005
Não ser.... eu!
"Estou ficando cansado de jogar no vento as minhas palavras fúteis,
minhas sandices, estou cansado desse constante hálito azedo de vinho doce. Eu preciso de qualquer coisa que não eu !”
minhas sandices, estou cansado desse constante hálito azedo de vinho doce. Eu preciso de qualquer coisa que não eu !”
Antes Nada Aconteceu...
Eu tinha nomes na memória, cheiro, eu tinha gás, ao encontro da morte, do norte, uma noite eterna. Não sabia que esse gosto ficava na ponta dos dedos, esse gosto definitivo de alucinação, esse desejo de sobreviver, mesmo que depois se prenda nos meus olhos, procurando saída, ponte, código, labirinto onde Picasso se ataria ao minotauro, mesmo que depois se perca nos meus olhos esse acúmulo de desertos, uma sombra amarga, dessas que dessas que de repente se assume, entre um gole e outro de cerveja, quando ela me fita mais atenta e diz: "Você envelheceu quarenta e cinco anos desde a última vez que te olhei."
08 novembro, 2005
Tá Foda!!!
Não sei o que está acontecendo comigo, preciso para por um instante, e viver mais. Mais tá foda, não queria tantas responsabilidades.
Realmente está foda.
Realmente está foda.
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