15 fevereiro, 2008

I Have Dreans....

Há um sonho que eu vejo, rezo para que possa ser
Procure atravessar a terra, sacudir esta terra
Um desejo ou um comando
Eu sonho que vejo, não mate isso, é grátis
Você é apenas um homem, você tem o que você pode

Todos nós fazemos o que podemos
Então, podemos fazer só mais uma coisa
Todos nós podemos ser livres
Talvez não com palavras
Talvez não com um olhar
Mas, com a sua mente

Ouça-me, não caminhe nessa rua
Há sempre um fim para isso
Venha e seja livre, você sabe quem eu sou
Somos apenas pessoas que vivem
Não temos nada

Então não temos nada a perder
Todos nós podemos ser livres
Talvez não com palavras
Talvez não com um olhar
Mas, com a sua mente

Você tem que escolher um desejo ou comando
Na virada da maré, é assolador
Lembre-se de uma coisa, o sonho você pode ver
Ore para ser, agite esta terra

Todos nós fazemos o que podemos
Então, podemos fazer só mais uma coisa
Não temos nada
Portanto, não temos nada a perder
Todos nós podemos ser livres
Talvez não com palavras
Talvez com um olhar
Mas, com a sua mente
Mas, com a sua mente

13 fevereiro, 2008

Velocidade de todas as coisas....

Você tem um carro veloz e eu quero uma passagem para qualquer
lugar
Talvez possamos fazer um trato
Talvez juntos possamos ir para algum lugar
Qualquer lugar é melhor
Começando do zero não teremos nada a perder
Talvez façamos algo
Eu mesma não tenho nada para provar

Você tem um carro veloz
E eu tenho um plano para nos tirar daqui
Trabalhando embaixo da loja de conveniência
Dando um jeito para economizar algum dinheiro
Não teremos que ir tão longe,
Cruze a fronteira e entre na cidade
Você e eu podemos conseguir um emprego
E finalmente saber o significado de viver.

Veja bem, meu velho tem um problema
Ele vive com uma garrafa, é a vida
Ele diz que seu corpo está velho demais para trabalhar
Eu digo que seu corpo é jovem demais para ficar desse jeito
Minha mãe foi embora e o deixou
Ela queria da vida mais do que ele podia dar
Eu disse que alguém precisava cuidar dele
Daí eu parei de estudar, é, foi isso que fiz.

Você tem um carro veloz
Mas é rápido o suficiente para que possamos voar para longe?
Temos que tomar uma decisão
Partimos essa noite ou morremos desse jeito?

Então lembre-se de quando estávamos dirigindo,
dirigindo no seu carro
Velocidade alta, pensei que estivesse bêbada
As luzes da cidade se acendem antes de nós
E seus braços ficam legais em volta dos meus ombros
E eu tive a sensação que pertencia
E tive a sensação que poderia ser alguém, ser alguém,
ser alguém

Você tem um carro veloz
E continuamos viajando numa velocidade cada vez maior, nos divertindo,
Você ainda não conseguiu um emprego
Agora eu trabalho em um mercado como caixa
Sei que as coisas irão melhorar
Você conseguirá um emprego e eu serei promovida
Nós mudaremos do barraco
Compraremos uma casa maior e moraremos fora do centro da cidade

Então lembre-se quando . . . etc

Você tem um carro veloz
E eu tenho um emprego que paga nossas contas
Você fica até tarde bebendo no bar, faz mais pelos seus amigos
Do que pelos seus filhos
Sempre esperei por coisa melhor
Embora talvez juntos nós encontrássemos isso
Não tenho planos e não quero ir a lugar nenhum
Por isso pegue seu carro e continue dirigindo

Então lembre-se quando...etc.

Você tem um carro veloz
Mas é rápido o suficiente para que possamos voar para longe?
Temos que tomar uma decisão
Partimos essa noite ou morremos desse jeito?


06 fevereiro, 2008

Sim ....

Por favor, você poderia ficar por perto para
dividirmos minha tristeza?
Porque é um dia tão bonito
Para se sentir sempre assim
E na hora em que eu for sofrer menos
É quando eu tenho que nunca ter que acordar

Estrelas viajantes,para quem as merece
O preto da escuridão para sempre
Estrelas viajantes,para quem as merece
O preto da escuridão para sempre

Aqueles que viram o buraco da agulha,agora andam
Como uma casca,que de tudo o que foi, agora fugiu
E as máscaras, que os monstros usam
Para se alimentar,em cima de suas presas

Estrelas viajantes,para quem as merece
O preto da escuridão para sempre
Estrelas viajantes,para quem as merece
O preto da escuridão para sempre

Sempre em dobro por dentro
Pego um momento para derramar minha tristeza
Sempre em dobro por dentro
Zombada, cruel

13 dezembro, 2007

Doce Novembro

“Sabe o mês de novembro sempre foi um mês bom para mim, nele conheci pessoas incríveis que de alguma forma marcou minha vida...”
Pode-se que é inicio de verão e as pessoas ficam mais abertas com as outras. A fim de ter uma ou várias história legais no verão ou pode ser que eu também esteja mais flexível a novas pessoas. Sei que nos últimos três anos no mês de novembro passei os momentos mais felizes de minha vida, do quais apreendi muito com as pessoas que passaram por mim durante esse breve momento, já explico porque breve. Momentos de muito carinho e ternura que fizeram eu a sentir mais coisas que eu nem imaginava ter ou que pudesse realizar. Oras momentos de cumplicidade e amizade nos quais aprendi que mesmo com as diferencias sociais e culturas há momento que elas se compartilham com uma grande sintonia. Oras momentos das sensações e do olhar onde faziam com que o clima estivesse muito harmônico e com um clima de estar construindo algo que realmente valesse a pena. Mais como qualquer momento, foi breve e muito singelo onde eu estava feliz com o coração e com a mente. Onde parecia que o mundo, mesmo torto que é, fazia um sentido. Por isso o breve sempre começa no inicio do mês e antes de começar o outro mês acaba como num conto de Machado de Assis.

30 julho, 2007

Al Otro Lado del Río


Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

El día le irá pudiendo poco a poco al frío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a

En esta orilla del mundo lo que no es presa es baldío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Yo muy serio voy remando muy adentro sonrío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a

Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Composição: Jorge Drexler

05 julho, 2007

02 abril, 2007

My black Hair

Bem saudades desse meu cabelo,
Mais as coisas mundam...
O mundo gira e as coisas vão acontecendo.
Mais sabe que sinto falta das histórias, que ele viveu...
Dos belos momento que nós passamos e que marcaram....
Adeus ou até breve.

27 janeiro, 2007

Será as férias que merecia!


Bem esse parece ser o descanço do guerreiro, mais acredite se quiser estava trabalhando!!!
Torcendo para o time do meu irmão no clube, fui o chefe de bateria, ainda bem que o time dele foi campeão, se não as bolhas nas mão seriam atoas!!!

26 dezembro, 2006

O dia “D” da ação.

É Estranhos o caminhos que me cercam e eu me vejo no meio de algo que nos últimos dias nem pensava e participar, algo que acha que faltava pra viver, algo maior que eu, foi a coisa mais grandiosa que fiz nesse ano, o enfrentamento e a disculsão que se tornará de proproção pública muitas vezes tratado como algo criminal, a indignação que era minha e o desconforto que sentia me fez partir para a ação direta, correr risco, sentir o gás em me olhos, o fogo que correr junto com a adrenalina lá no alto estimulando a imaginação, os sentimentos e os movimentos que viriam a seguir... Foi o momento mais significativo que eu me derá. Cada vez que vejo pessoas empenhadas pela o mesmo enfrentamento e a mesma disculsão. Penso que estou meio que nem um figurante nessa estória toda, mais que minha ações não entrará nos livros de história que possivelmente pessoas irão pegar para estudar tal mobilização, mais importante que que saberei que tive uma pequena parcela sobre seu efeitos futuros.
(Marcos Cruz)

04 dezembro, 2006

O olhar...

O olhar ...
de 28/10/2006.

Bem não sabia se nesse dia eu realmente estava afim de participar do churrasco, mais tinha confirmado minha presença, pensei que teriam pessoas que eu antigamente achava profissionais demais ou simplismente máquinas de trabalho burocrático, nesse dia acordei programando para o dia inteiro, iria participar do churrasco, após uma o duas horas iria sair dalí, e ir para outro lugar... Então peguei o metrô era um sabádo, e por sinal no horário que tinha pegado estava lotado, mais um motivo para não ficar muito tempo, nesse dia estava muito calor, sabia que tinha feito a escolha certa de colocar um bermuda.
Chegando no local fiquei meio deslocado, quase nem comprimentei ninguém, apenas o anfretião e um ou outra pessoa, que vinham comprimentar... No decorrer de tudo isso, as pessoas que tinha mais coletividade estavam chegano, a bebida, a comida e o calor. Fizeram nós ficarmos mais a vontade para conversar as mesma coisas de sempre, mais isso não incomodava, pois era um clima festivo, mas de certa forma tinha determinado um horário para ir embora, que já se estava estendendo por volta de meia hora, no momento que levantei para ir no banheiro, já tinha decidido que logo após ira embora, puxar me carro, pois os assuntos de sempre chega uma hora que enjoa, e já tava enjoado em todos os sentidos (bebidas, cheiro de carne, o calor e assuntos).
O trajeto de ir para o banheiro se configurava um “L” eu sai de uma extremidade e um olhar estava parado bem onde as duas retas se encontrava, um olhar que e um certo momento cruzava com o meu, como as duas retas do “L”, era um olhar impressionante e demonstrava um certo desejo, uma investigação, um sentimento e um intusiásmo. Bem meu olhar não deixou a desejar olhei como um criança que ganha o primeiro presente, que desfaz todo o pacote com uma ansiedade de saber o que tem na caixa, como um garoto que espera pelo o tal primeiro beijo e como um jovem que como se tivesse uma visão de raio X, igual a do Super-Homem vê a pessoa desejada nua. Esse momento foi mágico, não sei se único, mais realmente mágico que mexeu comigo de tal forma que no banheiro joguei de mão tudo que tinha que fazer, minha reflexão foi à seguinte “ Porra eu sempre tive presente e tudo que confirmei, nunca deixei nada interrope-se o que tinha programado, só não sabia porque, e que naquele momento estava na hora de mudar fazer algo diferente “. O engraçado que lá dentro do banheiro aquele momento mágico que tinha acabado de acontecer, já tinha se esvaziado, não sei se foi o olhares se cruzando que me fez ficar, mais isso naquele momento me fez bem, por um momento eu estava seguindo algo que era instintivo ou não coordenado.
O passar do dia foi legal conversar com as pessoas que após seis meses juntos mau conversava, mais o final me reservava algo melhor. Estava-lá revirando o fundo do refrigerador em busca de água o mesmo olhar que tinha visto antes da tal decisão, agora não de desejo, de investigação e nem sentimento. Um olhar de preocupação, de afeto, de lealdade e carinho. Foi um olhar diferente do primeiro, que me tocou com mais desejo pelo o presente que esperava. Foi a conversar mais interessante de toda festa, algo que se parecia comigo, com que sentia e que me interessava. Isso durou por muito tempo, mesmo quando preciva ir embora, a conversar sempre prendia, por umas três vezes em vez antes de ir embora, eu ficava conversando. Mais na verdade eu não queria sai dalí eu poderia ficar conversando por mais dez horas que isso não iria me cansar mais estava ficando tarde e o dia tinha sido longo. De certa forma não tive coragem de me convidar para fica conversando mais dez horas, essa coragem que sempre ( ou quase sempre) me falta em momentos importantes e que me faz refletir sobre o que estou fazendo da minha vida. Aquele olhar que me tocou sempre ficará marcado em minha memória eu vou lembra sempre do que ele me representou e representara em minha pequena passagem por esta vida.

Ao olhar mais bonito que vi.




Marcos Cruz.
02/12/2006.